Quem puder me ajudar, serei grato quem puder dispor de duas placa de som 8bits Sound Blaster ou similar. Retiro no local. (de preferencia próximo ao Tucuruvi e imediações).
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
terça-feira, 20 de novembro de 2007
Brasileiro faz bonito com os Gringos
Dennys Passetto (meu primo) vence duas provas de Superbike
Dennys Passetto teve um domingo inesquecível, dia 13 de março. Ele ganhou as duas provas que disputou, tendo largado na pole position na Heavyweight Twin Superbike e em terceiro na outra, pilotando uma Ducati.O motociclista, no entanto, diz que nem tudo foi alegria no final de semana. A boa notícia ficou por conta da meteorologia: o tempo previsto era neve e temperatura entre 2 e 4 graus (muito frio para andar a 160 mph). Entretanto, o metereologista estava errado e o fim de semana teve dois dias muito bonitos.
“No sábado de manhã, tivemos muitos problemas com as motos”, explica Dennys. “Tinha vazamento de óleo e precisei fazer uma operação de emergência. Perdi a primeira corrida por causa do tempo que demorou o reparo. Nos treinos de sábado fui o oitavo mais rápido.
Não estava muito satisfeito com meus tempos. O asfalto estava frio e não tinha corrido há meses. Sabia que teria de ser mais rápido para vencer as corridas.”
No domingo, novos problemas com as motos, mas a equipe conseguiu resolver em tempo para fazer o primeiro treino. Parecia que nada ia dar certo. E Dennys ainda precisava diminuir dois segundos por volta.
Ele narra a emoção da largada: “Comecei a corrida na fileira da frente. Quando deu a bandeira de largada já saí em primeiro, não olhei para trás. Na bandeira final, estava 15 segundos à frente do segundo colocado. A segunda prova foi a mesma história”.
Pelas vitórias, ele ganhou um jogo de pneus da Pirelli, um vale da Pit Bull e já está concentrado para o próximo evento que será em West Virginia, nos dias 16 e 17 de abril. O campeonato terá oito etapas. Correndo pela categoria Novatos, Passetto teme apenas que os concorrentes forcem sua passagem para a categoria dos Experts ainda durante esta temporada: “Minha intenção é conquistar o campeonato de Novatos para, no ano que vem, disputar a categoria dos Experts, última etapa antes de chegar à categoria profissional”.
Depois, ele tem de se submeter a uma prova para obter a carteira da AMA (American Motorcycle Association) a fim de poder competir na principal categoria do automobilismo americano. “Mas para se qualificar é preciso andar pelo menos a 10% de distância do pole position”, comentou Passetto. Traduzindo: se o pole position fizer o tempo em 1:00, os demais precisam fazer o tempo de, pelo menos, 1:06.
Ele já recebeu convite para disputar a CCs, uma prova em Homestead, ao sul de Miami, em novembro deste ano, e pretende correr em Daytona, em março do ano que vem.
Dennys Passetto é patrocinado por BR 111 (companhia de pisos de madeira), Acoustic Sound & Accessories, com apoio de AcheiUSA e a revista Sobre Rodas. Como a temporada é longa e o custo alto, o piloto está aceitando mais patrocinadores. Contatos através do e-mail: dennys.passetto@verizon.net
Depois, ele tem de se submeter a uma prova para obter a carteira da AMA (American Motorcycle Association) a fim de poder competir na principal categoria do automobilismo americano. “Mas para se qualificar é preciso andar pelo menos a 10% de distância do pole position”, comentou Passetto. Traduzindo: se o pole position fizer o tempo em 1:00, os demais precisam fazer o tempo de, pelo menos, 1:06.
Ele já recebeu convite para disputar a CCs, uma prova em Homestead, ao sul de Miami, em novembro deste ano, e pretende correr em Daytona, em março do ano que vem.
Dennys Passetto é patrocinado por BR 111 (companhia de pisos de madeira), Acoustic Sound & Accessories, com apoio de AcheiUSA e a revista Sobre Rodas. Como a temporada é longa e o custo alto, o piloto está aceitando mais patrocinadores. Contatos através do e-mail: dennys.passetto@verizon.net
domingo, 4 de novembro de 2007
Caiu a máscara do Faraó
A face do rei Tutancâmon será exibida pela primeira vez no Egito neste domingo.
A múmia do rei será colocada para exposição em uma vitrine com temperatura controlada na sua tumba no Vale dos Reis, na cidade de Luxor.
A múmia de Tutancâmon foi descoberta há 85 anos pelo explorador britânico Howard Carter.
Acredita-se que apenas 50 pessoas viram o seu rosto, pois, até este domingo, apenas seu sarcófago havia sido exposto.
Tutancâmon morreu quando ainda era adolescente, há mais de três mil anos.
Apesar de ser considerado um rei menor entre as dinastias egípcias, os tesouros que foram descobertos na sua tumba surpreenderam os exploradores e atraíram milhões de turistas para o Vale dos Reis.
O arqueólogo egípcio Zahi Hawass argumenta que os restos de Tutâncamon estão sob ameaça, devido ao calor e à umidade que são trazidos para a tumba pelos visitantes.
A múmia do rei será colocada para exposição em uma vitrine com temperatura controlada na sua tumba no Vale dos Reis, na cidade de Luxor.
A múmia de Tutancâmon foi descoberta há 85 anos pelo explorador britânico Howard Carter.
Acredita-se que apenas 50 pessoas viram o seu rosto, pois, até este domingo, apenas seu sarcófago havia sido exposto.
Tutancâmon morreu quando ainda era adolescente, há mais de três mil anos.
Apesar de ser considerado um rei menor entre as dinastias egípcias, os tesouros que foram descobertos na sua tumba surpreenderam os exploradores e atraíram milhões de turistas para o Vale dos Reis.
O arqueólogo egípcio Zahi Hawass argumenta que os restos de Tutâncamon estão sob ameaça, devido ao calor e à umidade que são trazidos para a tumba pelos visitantes.
Aniversário da primeira cosmonauta animal

Laika (que em russo significa que ladra) foi o primeiro animal a orbitar no espaço. Faz hoje 50 anos que a cadela, recrutada nas ruas de Moscovo, onde vagueava livremente, sem dono, foi lançada a bordo da nave soviética Sputnik II, um mês depois do lançamento do satélite Sputnik I, o primeiro a entrar em órbita.
A nave não tinha capacidade de regressar à Terra. Na época ainda não se tinha desenvolvido a tecnologia necessária para tal. Os técnicos previam “adormecer” a cadela com uma injecção letal automática antes que o oxigénio a bordo da cápsula se esgotasse.
Laika morreu poucas horas após o lançamento, em pânico, devido ao sobreaquecimento da cabine; anos mais tarde, um dos cientistas responsáveis pelo projecto disse que se arrependia de ter usado a cadela na missão.
A escolha de Laika foi feita a partir de um grupo de dez cães treinados no Instituto de Medicina da Força Aérea para participar em voos na alta atmosfera. Oleg Gazenko era o principal cientista do projecto e treinador de animais.
Do grupo inicial foram seleccionadas três cadelas: Albina, Laika e Mukha. Laika foi escolhida pela índole tranquila e paciente. A suplente era Albina, que já havia participado com sucesso de dois voos de pesquisa em alta atmosfera.
Antes da cadela russa os americanos fizeram voar os macacos Albert 1 e Albert 2 a bordo de um míssil V-2 capturado. Morreram durante testes balísticos no final dos anos 40. Durante a corrida espacial russos e americanos enviaram outros cães e primatas ao espaço. Muitos regressaram são e salvos.
A França também estudou o comportamento de um gato num voo suborbital e o Japão enviou rãs à estação MIR. A China também fez testes com animais antecipando o seu primeiro voo tripulado por humanos.
Algo espectacular
Depois do lançamento do Sputnik I, Khruschev, presidente russo, pediu algo espectacular a Sergei Korolev, engenheiro-chefe do programa espacial soviético, para comemorar o 40º aniversário da revolução bolchevique. Korolev prometeu-lhe colocar em órbita um satélite com um cão a bordo.
Os engenheiros e técnicos soviéticos tiveram pouco mais de um mês para criar o Sputnik 2 e foram obrigados a regressar ao trabalho, já que se encontravam de férias após o sucesso do primeiro Sputnik. Os voos experimentais transportando animais a bordo já haviam sido iniciados no princípio da década de 50 e a experiência dos cientistas soviéticos foi aproveitada ao máximo para construir o novo satélite. Sputnik II foi lançada ao espaço do Cosmódromo de Baikonur em 3 de Novembro de 1957. A nave pesava 543,5 kg.
A nave não tinha capacidade de regressar à Terra. Na época ainda não se tinha desenvolvido a tecnologia necessária para tal. Os técnicos previam “adormecer” a cadela com uma injecção letal automática antes que o oxigénio a bordo da cápsula se esgotasse.
Laika morreu poucas horas após o lançamento, em pânico, devido ao sobreaquecimento da cabine; anos mais tarde, um dos cientistas responsáveis pelo projecto disse que se arrependia de ter usado a cadela na missão.
A escolha de Laika foi feita a partir de um grupo de dez cães treinados no Instituto de Medicina da Força Aérea para participar em voos na alta atmosfera. Oleg Gazenko era o principal cientista do projecto e treinador de animais.
Do grupo inicial foram seleccionadas três cadelas: Albina, Laika e Mukha. Laika foi escolhida pela índole tranquila e paciente. A suplente era Albina, que já havia participado com sucesso de dois voos de pesquisa em alta atmosfera.
Antes da cadela russa os americanos fizeram voar os macacos Albert 1 e Albert 2 a bordo de um míssil V-2 capturado. Morreram durante testes balísticos no final dos anos 40. Durante a corrida espacial russos e americanos enviaram outros cães e primatas ao espaço. Muitos regressaram são e salvos.
A França também estudou o comportamento de um gato num voo suborbital e o Japão enviou rãs à estação MIR. A China também fez testes com animais antecipando o seu primeiro voo tripulado por humanos.
Algo espectacular
Depois do lançamento do Sputnik I, Khruschev, presidente russo, pediu algo espectacular a Sergei Korolev, engenheiro-chefe do programa espacial soviético, para comemorar o 40º aniversário da revolução bolchevique. Korolev prometeu-lhe colocar em órbita um satélite com um cão a bordo.
Os engenheiros e técnicos soviéticos tiveram pouco mais de um mês para criar o Sputnik 2 e foram obrigados a regressar ao trabalho, já que se encontravam de férias após o sucesso do primeiro Sputnik. Os voos experimentais transportando animais a bordo já haviam sido iniciados no princípio da década de 50 e a experiência dos cientistas soviéticos foi aproveitada ao máximo para construir o novo satélite. Sputnik II foi lançada ao espaço do Cosmódromo de Baikonur em 3 de Novembro de 1957. A nave pesava 543,5 kg.
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